Mandetta: O homem que desafiou o diabo

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

A ideologia da direita é o meu guia. Até os meus leitores mais leais podem atestar que sou caracterizado por defender ideais anticomunistas, procurando apontar aqueles que procuram enriquecer as custas de empobrecer ainda mais os pobres; a esquerda. No entanto, em qualquer processo para aperfeiçoar as ideias que nos definem, precisamos de tempo para autocrítica. Acima de tudo, que a transparência da caneta e da página prevaleça, especialmente quando as vidas humanas estão envolvidas. Dessa vez, vejo-me na obrigação infeliz de apontar o presidente Jair Bolsonaro e suas decisões sérias que levaram o Brasil ao caos absoluto; um claro fracasso patrocinado pela teimosia de um vaidoso. Algumas semanas atrás, em outra coluna de opinião, descrevi Andrés Manuel López Obrador como um genocida, mas, hoje parece haver vários na região, sem distinção de linhagem política.

No final de março, Bolsonaro se manifestou dando declarações impensadas e imprudentes sobre a atual pandemia. Ele não apenas a desqualificou com leviandade, mas ficou um pouco desconfortável e irritado ao falar com as pessoas, com arrogância, no qual terminou desdenhando da morte.

Quem me conhece, dirá que não sou a melhor pessoa para falar de ego, pois não tenho o dom da humildade; no entanto, passada algumas semanas de autonegação, conclui que: independentemente de nós concordarmos com a mesma linha política, o ego e o narcisismo de Jair Bolsonaro é olímpico, seu interesse pessoal prevalece e não o bem-estar de muitos a mercê da tragédia. Isso não significa que eu pare de apoiar grande parte das suas políticas governamentais, mas em reverência aqueles que pagam seu salário presidencial, sou obrigado a dizer as coisas como elas são. Até posso afirmar que na maratona do ego, Bolsonaro levaria a medalha de ouro, pisando no presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Não se compreende como uma pessoa com os conselheiros do mais alto nível e um país com os centros científicos mais desenvolvidos da América Latina é levado a um estado parcial de desgraça. Bolsonaro está interessado na economia, mas, não é necessário um processo algorítmico para concluir que essa atividade só se recupera quando: as pessoas param de circular, a emergência desaparece, também o pânico financeiro e a pandemia passa a ser o jornal de ontem. Nesse ritmo, não me surpreenderia que o Brasil ficasse no confinamento quando o mundo globalizado reabrisse.

Tomado de: Infobae.com

Aparentemente, o rei também pretendia envenenar seu bispo e exonerá-lo; mas se arrependeu a tempo. Circulou uma comunicação do presidente Bolsonaro que comunicava a demissão do seu ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, por atrapalhar o seu plano genocida e promover a ordem de confinamento global da OMS (Organização Mundial da Saúde). Mesmo que largar um general no meio da guerra seja um absurdo, é ainda pior tentar exilar um aliado político de tal magnitude para o governo. Mandetta, um feroz oponente da esquerda, não só levou milhares de votos para colocar Bolsonaro no poder, mas também tem um relacionamento colossal com a maioria dos prefeitos e governadores do país.

A ingenuidade e talvez a ignorância do Bolsonaro afetaram sua imagem política, mas, poderia ter sido ainda pior que ele tivesse demitido Mandetta. Um anjo caído do céu, aparentemente chamado Walter Braga Netto, teria sido quem iluminou de maneira esplêndida a demência egocêntrica do presidente. No entanto, o bispo também fez a sua parte, o ministro da saúde não perde tempo e revela seu oportunismo político, enfatizando que esta do lado dos governantes e acima de tudo, dos cidadãos. Eu não ficaria surpreso se esse lucro lhe desse um assento nas próximas eleições presidenciais.

Como cordeiro na fila de abate é assim que muitos brasileiros se parecem, que segundo Bolsonaro, deveriam se sacrificar a serviço da economia do país, que passa por um coma temporário. Até certo ponto, é compreensível que haja disputas internas nos gabinetes do governo, mas que um presidente contrarie todas as previsões globais, ignorando os padrões de comportamento de seus estados vizinhos expondo seu eleitorado ao dia a dia, é total anarquia.

Toma de: TelesurTv.net

O isolamento que Bolsonaro pretende executar é errado, um isolamento econômico bruto. O Brasil é o único país da América Latina que ainda tem mais de 80% da sua atividade econômica, contrariando a opinião internacional, podendo sofrer prejuízos fiscais no futuro; não haverá ninguém para salvá-los. Para o comércio internacional será mais viável fechar as portas daqueles que não seguem o protocolo adequadamente, ao invés de expor seus cidadãos a um segundo round da pandemia.

Na sexta-feira passada, o presidente foi visto nas ruas de Brasília, posando para as fotos e mobilizando desnecessariamente multidões. Será que ele também comparecerá aos funerais de milhares de brasileiros? A oposição política se tornou praticamente obsoleta, já que Jair Bolsonaro é seu próprio inimigo e ele próprio se encarrega de manchar os aspectos positivos do seu governo. Sem dúvida, se não fosse o seu ministro da saúde, a situação seria ainda mais precária.

Diante do exposto, nós que promovemos um exercício político airoso, devemos fazer um bom uso da autocrítica, especialmente quando falamos daqueles que concordam com nossos pensamentos e políticas públicas. É assim que a diferença é feita. Além disso, a crise mundial é uma situação que não distingue entre ricos ou pobres, nem direita nem esquerda, apenas leva a vida de muitos ao descanso eterno. Desde o topo do capitalismo, sempre defendemos a vida como eixo fundamental do estado e da economia, ou seja, não há dinheiro para pagar pelo genocídio que está se formando no Brasil, México, Nicarágua e outros países da região. Essa mesma defesa da vida e dos direitos é o que nos permite usufruir do livre mercado das nossas economias; e é ainda mais importante defender os necessitados, que são a alma desse sistema de produtividade e progresso. Agora não é hora de fechar os olhos, vamos salvar o Brasil do inferno.

Mafe Carrascal: terrorismo digital

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

Tanto tiempo de aislamiento preventivo, me ha llevado a lo imprevisible. En la misma locura de mi encierro me hallé leyendo varias cuentas emblemáticas que financia la izquierda colombiana, algunas de ellas propiedad de cráneos sin cerebro armados de Twitter. Sin el ánimo de transmitirles la locura de mi confinamiento, sí debo expresar que me fue imposible no notar a la susodicha, Mafe Carrascal, asalariada de primera línea de la izquierda. A Carrascal le han hecho creer que es alfil de la oposición, cuando en verdad es solo un peón en el tablero de ajedrez. El contenido de sus redes sociales es tremebundo; prácticamente ha montado un cartel digital y casi terrorista, bombardeando a los principales grupos económicos del país, y posteriormente a otras personalidades o figuras públicas del sistema. Mafe se describe como activista, promotora de Derechos Humanos, anticorrupción, y lo más caricaturesco, ¡promotora de la paz!. Sus publicaciones y videos muestran que libra una guerra poco pacífica, utilizando palabras incendiarias, y ganando popularidad con su verborrea. La paz que tanto ejerce se queda sólo en eso, su descripción biográfica en Twitter.

Hace un poco menos de dos años, Mafe Carrascal publicó un video incitando al terrorismo económico en el país, pretendiendo acabar con el grupo económico más grande de Colombia, el Grupo Aval. Algo que se convirtió en su rutina de gimnasio, su Twitter es un carrete de menciones ilimitadas. Incitar al terrorismo económico en la tercera economía más grande de América Latina, da cárcel. Mafe Carrascal lo hizo públicamente, es decir, cometió un crimen que hasta hoy sigue impune. Puso en riesgo la estabilidad financiera, la bolsa y los fondos de inversión, al pretender que se dejaran de comprar los productos Aval, y aún replica este mensaje en sus redes sociales.

En este video se ve a Carrascal con sus vestimentas burguesas, en los barrios de bajos recursos de la capital, acaparando popularidad a expensas de un nombre con alto recorrido en el mundo de los negocios. ¡Y cómo no! Si el amarillismo y la desinformación parecen ser la fuente número uno de seguidores. ¿Cómo se puede sentir tanto odio, contra la columna vertebral económica del país, fuente de empleo y capital para la sostenibilidad y el desarrollo? ¿A caso le habrán negado algún crédito? La única respuesta comprobable, es que Carrascal es financiada por los hilos oscuros del socio-comunismo que pretende acabar con el país. Se jacta de vivir en una economía de mercado, pero pretende imponerles a los consumidores, cuales productos bancarios pueden adquirir y cuales no. Alguien que le explique que, la libertad de expresión de la que goza hoy para promover su terrorismo digital, es la misma que han gestionado las élites a través de la economía de mercado. Un principio básico de un estado democrático de derecho. Peor aún, que una castro-chavista, utiliza la economía de libre mercado como un argumento valido de su protesta.

Tomado de: es.Panama.post

Entre muchos otros, Mafe, se despacha en contra de las EPS, la Policía Nacional, y hasta multinacionales como UPS. Nadie desconoce los problemas sociales de los cuales es víctima el país, pero como sociedad, estamos en la responsabilidad de discernir entre la oposición, y una terrorista política. No se puede pretender hacer construcción de país, desde la destrucción de sus palabras. Activismo no es sinónimo de terrorismo. La diferencia de opinión se respeta, pero no a quien mancha cuanto nombre no le conviene, con detonantes de batalla campal. No se le ocurre, ni por error, que como activista social debería utilizar sus plataformas digitales de una manera propositiva. No lo hace, porque Mafe Carrascal, es un cráneo más sin cerebro, que parlotea las hostilidades del guión de la izquierda. Parece tener el país en el trasero, y no en la cabeza.

No se aburran, lo mejor esta por venir. Desde hace unos días le he venido haciendo seguimiento a los incendios que han afectado la ciudad de Cúcuta, Colombia, con una capa de polución que ha puesto a los habitantes en ascuas. ¡Oh Sorpresa! Cuando vi la publicación de la susodicha, con ansías de protagonismo, exigiéndole al gobierno de Iván Duque que intercediera para mitigar los incendios, que se originaban en Venezuela. Le rogaba, con sus dotes de salvadora, que hablara con el narcoterrorista Nicolás Maduro para actuar de manera concreta en la frontera. Un espectáculo de una ridiculez monumental. Tampoco le explicaron que, Nicolás Maduro, no es el presidente de Venezuela, es un líder de un cartel criminal, El Cartel de Los Soles.

Tomado de: Elfrente.com.co

¡Mafe, actualízate! La semana pasada, Maduro, ascendió a terrorista internacional, y hoy es buscado con todo el peso de la ley, para hacer justicia en Venezuela. Eso no fue lo mas ridículo, si hay alguien que tiene acceso casi directo a este narcoterrorista, es la izquierda colombiana. Si tenía tanto ímpetu de resolver la situación de los cucuteños, ¿Por qué no lo gestionó ella? No hay otro nombre imprentado en los billetes que financian estos movimientos sociales carentes de todo, Nicolás Maduro es el patrocinador de este clan.

En concreto, seria incoherente pretender que estas líneas fueran realmente dirigidas a Carrascal. Su amarillismo le genera una alta ganancia económica, de la cual goza, y nunca cambiará su parecer. Veámoslo como una reflexión social de sensatez, dirigida a quienes alimentan su día a día de tanto laconismo terrorista. No puedo desconocer que, aunque no concuerde con muchas cosas, la oposición tiene mentes brillantes; una cosa no tiene que ver con la otra, pero ¡No a Mafe Carrascal! Solo nosotros seremos las víctimas de permitir que estos actores digitales, supuestos salvadores de la sociedad, nos impidan el progreso que procuramos. Las redes sociales de Mafe Carrascal son lo más parecido a el portal de la Policía Nacional, solo denuncias. “¿Dios mío Dios Mío, por qué me has abandonado?”, sácame de este encierro de locura ¡ya!.

Lopez Obrador: genocidio en México

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

En tiempos de guerra, me he detenido a examinar el desempeño de los gobiernos, y las decisiones que han tomado para mitigar la crisis que vive el mundo de hoy. Brasil y Filipinas, sobresalen dentro de los peores; uno por ser laxo y el otro por exceso de rigurosidad. Hace pocas horas leí que Rodrigo Duterte, presidente de Filipinas, había ordenado a las fuerzas armadas del país asesinar a toda persona que violara el mandato de cuarentena. Bolsonaro, en Brasil, es un caso perdido, más preocupado por los dividendos que por las vidas.

Sin embargo, en el puesto numero uno, el más sin vergüenza de los gobernantes es el presidente de México, Andrés Manuel López Obrador; conocido como AMLO, aunque tiene más de MALO. El 23 de marzo del 2020, desde la comodidad de su casa AMLO le enviaba un mensaje de “cordura” a todo el pueblo de México, para que no afectaran la economía y siguieran saliendo a las calles en plena emergencia sanitaria. De una infinita lista de calificativos para describir tanta bestialidad de un mandatario, no me queda más remedio que tildar a López Obrador de genocida. Hacer un llamado al pueblo para que salga a las calles con el fin de no apagar la economía, promoviendo el contagio y la muerte de los mexicanos, es un genocidio. No me lo inventé yo, en El Vaticano también concuerdan conmigo, el Papa Francisco también lo anticipó.

Tomado de: Celag.org

En el video, antes que sus palabras, se nota la cara de amargura de quien lo acompaña a una exquisita merienda típica. Una mujer, que no podía mirar al pueblo a los ojos sabiendo lo que se avecinaba. La misma cara con la que muchos quedaron después de escuchar a el sin vergüenza decir: “No dejen de salir, todavía estamos en la primera fase…. Yo les voy a decir cuando no salgan… pero si pueden hacerlo y tienen posibilidad económica, pues sigan llevando a la familia a comer a los restaurantes, a las fondas…. No ayudamos si nos paralizamos sin ton ni son, de manera exagerada…. Vamos a seguir haciendo la vida normal…”. Espero que no haya sido ninguno de sus asesores quien lo insto a hacer el video, de lo contrario no estaríamos hablando de un genocida, sino de varios. En concreto, en el video se evidencia un presidente que se hizo elegir con sus radicalismos de izquierda, pero que pretendía a toda costa favorecer a los empresarios sin importar el costo. En ese mismo video López Obrador ruega por la conglomeración de personas en restaurantes, sin importar las consecuencias del contagio, con un solo fin, el dinero.

No quiero generalizar, ni decir que es un mamerto más de la izquierda política latinoamericana, pero a veces toca hacer lo que uno no quiere en la vida. Los patrones de comportamiento político hablan por si solos, AMLO, es un mimo que disfruta de la merienda en su mansión, callado, mientras muchos se internan en los hospitales. El pasado 28 de marzo de 2020, AMLO emitió un segundo video en el cual le ruega a la población mexicana permanecer en su casa ante una crisis que comenzó hace más de un mes. Le tomó a México llegar a 1300 casos, 20 fallecidos y un país entero vulnerable, para que su presidente tardíamente intentase redimirse y ordenar la cuarentena. Aunque 20 no valga nada para él, si no fuese por la negligencia de López Obrador, alguna de esas almas ahogadas se hubiese podido salvar.

Tomado de: Efe.com

El imparable genocidio mexicano tomará lugar en los próximos meses cuando veamos a uno de los países más grandes de América, sumergido en el infierno de la muerte por patrocinio de su presidente. Peor aun, es un sinsentido que sigamos creyendo que quienes se hacen pasar por servidores del pueblo, tienen valores ó algún carácter de responsabilidad social. Ahítos de todo lo que nos perturba sin necesidad, mi bella América Latina, espero que prevalezca el cargo de consciencia del pastor del rebaño, que sacrifico a sus ovejas por el oro y los lujos. Recemos hermanos para que cuando se acabe este periodo presidencial, el Alzheimer no se aparque los pasillos del sistema judicial, AMLO propició el genocidio mexicano con el COVID-19.

Siervos del caos

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

Excitante; como descorchar un Grand Cru de Borgoña; fue ver el cambio, en un suspiro, de las habituaciones en el día a día del hombre. Tajantemente, le fue impuesto al mundo rebrotar de su angustia, ahogado en la miseria de su pasado. Sin compasión, así llegó, una pandemia letal que ha enviado al descanso eterno a más de 400.000 almas, y sabrá Pedro, el Romano, a cuantas más. Impensable que, en pleno siglo de la revolución tecnológica, revivamos las diez plagas de Egipto. Un caos absoluto, que se apoderó del sistema económico, social y digital, hoy empantana nuestras vidas. Siendo faraones de nuestro destino, nos consume la turbación e incertidumbre de lo que nos queda por vivir. El virus de la conversión, de la noche a la mañana, fuimos profetas de un mejor futuro, filantrópicos abogados de la solidaridad, ó guías espirituales de nuestros templos virtuales. Infinitas condolencias y pesares no alcanzan, por quienes parten hoy de este mundo terrenal, a causa de las abyectas condiciones que nosotros mismos provocamos. No obstante, pareciese como si en estos tiempos debiéramos tener más miedo por la vida que por la muerte misma. Miedo de lo que se avecina, y de estas tres enseñanzas en un recorrido por el caos: la preservación de la vida, la globalización económica y la bio-guerra.

Tomado de: El País

La preservación de la vida, o más trivialmente afamada en las discusiones sobre el aborto, debe ser el primer punto de introspección para quienes hoy se jactan de su espíritu salvador. Interesante, e incontrovertible, quienes promueven los principios libertinos de acabar con este milagro; sí, aquellas fuerzas políticas primordialmente izquierdistas; se proyectan hoy como los mesías, y llenan sus carretes digitales implorando a sus semejantes tomar las medidas de precaución necesarias, para defender su permanencia en la tierra.

La lisonja en su mayor expresión, como si la preservación de la vida se hubiese convertido en una prioridad, después de agraviarla y ultrajarla con proyectos de ley y manifestaciones, abogando por el asesinato de las almas. Es menester condenar tanta incongruencia, sin embargo, en la practica no deben dejar pasar la oportunidad de redimirse. Si algo nos queda por desentrañar de la fábula tan oscura en la que vivimos, es su moraleja. Ni la preservación de la vida como la conocemos, ni las continuas reflexiones filantrópicas sobre lo que dejamos de vivir, deben ser algo circunstancial. No es un misterio que, en una sociedad tan siniestrada y malherida, la única variable consistente es la vida, hasta la eterna, y se debe resguardada de principio a fin.

Tomado de: Quehacer.com

La globalización económica, la cual alabamos y a la cual debemos tanto desarrollo sostenible en el mundo, nos juega un jaque rotundo. Un número limitado de estados practican el proteccionismo absoluto, y a diferencia de la revolución industrial, en la revolución tecnológica, todos los que participamos en el agregado económico somos una pieza en la hilera de dominó. Es una especie de imperialismo económico, fructífero, pero cobijado por una cortina de soberanía nacional, obsequiada en empaques Ferragamo.

La caída de las grandes potencias mundiales refleja el caos económico que se avecina para los países en vía de desarrollo. Mientras los gobiernos piden a las personas ejercer el aislamiento social, germina en la directriz el verdadero motivo de esta, la economía. Incluso, en el pico de la era digital y la robótica, nos enteramos de que la mano de obra industrial e intelectual sigue siendo el motor de la generación de riqueza. Es decir, de nosotros no solo depende evitar la propagación, sino que somos responsables también de acelerar el proceso de reactivación económica; especialmente en consciencia social con la economía informal, la cual sostiene a gran parte de la población en los países en vía de desarrollo. Adicionalmente, y de manera apocalíptica, se nos presenta la posibilidad de que el dinero no valga mayor cosa mañana. Los grandes inversionistas entenderán de mejor manera la volatilidad de la economía, recuperar el mercado de acciones será una tarea ardua, y el sistema del trueque nunca pasará de moda. Ante la negación de seguimiento a las instrucciones gubernamentales, perderemos más empleos, más inversionistas; habrá más hambre.  

Tomado de: Actualidad.rt.com

La bio-guerra, no es nueva. Tampoco es descabellado pensar que es un arma letal, que esta siendo utilizada en la artillería de cuarta y quinta generación, con propósitos de desestabilizar la economía. Con la revolución digital, la guerra dejo de ser una declaración frontal, para ser una paralela. Muchos conspiradores afirman que el nacimiento de este virus se cobija en la reciente guerra comercial entre las potencias, Estados Unidos y China. Aunque es una conclusión un tanto apresurada, no se debe descartar del todo, es una pieza lógica y encaja de alguna manera en el rompecabezas. Mejor explicado por las matriarcas, ya no se puede llorar sobre la leche derramada, pero sí se puede entender el mundo tan oscuro y turbulento que se avecina, peor de lo que ya vivimos. Otras teorías conspirativas afirman que se volvió materialmente insostenible para los estados mantener sus fondos de pensiones vigentes, por lo que la solución subyace, para los gobiernos, en acelerar el fallecimiento de la tercera edad. Más allá de la veracidad de estas especulaciones conspirativas, es importante entender que no estamos muy lejos de alcanzarlas; el nuevo concepto MAD (Mutually Assured Destruction) se esta consolidando a través de las armas biológicas, en nuestras narices.

Poniendo en perspectiva el caos en el cual despertamos, perdidos en el diluvio del desasosiego, no dejemos que se pierdan tantas almas en vano. La preservación de la vida, la globalización económica, y la bio-guerra; tres reflexiones de un recorrido por el caos que ha dejado corolarios en cada rincón del orbe. Atemorizados por lo que se aproxima, con angustia y miedo de la vida, prefiriendo vivir en la muerte, hagamos que esta vuelva a valer la pena. Aboguemos por la vida como el don que nos ha sido comisionado, quedarse en casa y salvar vidas, es reactivar la economía mundial y familiar, y no dejarnos arredrar por las nuevas estrategias biológicas de los estados, para alivianar su carga poblacional. El mundo necesita: más miedo de morir, mil razones para vivir, y temerle a Él, el verdadero faraón de nuestro destino; Dios.   

Ecuador: otra historia otro fracaso

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

Principiamos este nuevo año con la llegada de la justicia. Pese a que aun cojea, se abre camino para derruir la putrefacción de siempre, la corrupción. Una a una se van sucumbiendo las mafias políticas en América Latina, para abrir paso a nuevas coyunturas de orden social. En esta oportunidad el testarazo lo dio la justicia del Ecuador, citando a juicio hace un día al expresidente Rafael Vicente Correa Delgado. Esta citación es producto de la pesquisa iniciada hace más de cinco años, al conocerse la participación de altos funcionarios del gobierno ecuatoriano, en la operación “Arroz Verde 502”.

La corrupción se metamorfoseó en el solaz de las élites del continente; transacciones en efectivo, dineros oscuros, apoyo de multinacionales y propaganda política opresiva; pan de cada día, ahora gestionando asir el poder en Ecuador. Allende de la podredumbre de las aristocracias adineradas, Ecuador es otra diégesis que corrobora el fracaso del modelo socio-comunista en Latinoamérica. Es claro que la corrupción no conoce de ideologías, sin embargo, las pasadas dos décadas han expuesto patrones y tendencias que hablan de una mayoría; el clan Castro-Chavista. Entre muchos, la Junta de Reconstrucción Nacional (Nicaragua), el Partido de los Trabajadores (Brasil), el Partido Justicialista (Argentina), el Movimiento al Socialismo-Instrumento Político por la Soberanía de los Pueblos (Bolivia), el Partido de Liberación Dominicana (Republica Dominicana), el Partido Socialista Unido de Venezuela, y más recientemente Alianza País (Ecuador). Todos, inmiscuidos en escándalos de corrupción, miembros de aquel clan Castro-Chavista, unidos por mantenerse en el poder y aun propietarios de una falsa democracia que sigue siendo preferida.

Tomado de: America Nuestra

Difícil optar por el beneficio de la duda para Lenin Moreno, quien más por conveniencia que por convicción, tomó distancia de Correa y Glas. Especialmente, después de que en 2018 se conoció que la fiscalía ecuatoriana omitió las pruebas del informe “Receta de Arroz Verde 502”.  Lenin Moreno aparenta desconocimiento de la situación, pero fue elegido con los mismos dineros provenientes de corporaciones con ansias de poder y sin moral. Códigos eran utilizados en todas las transacciones hechas por estas corporaciones, y de igual manera altos mandos del gobierno de Rafael Correa utilizaban códigos en cubierto para recibir estos dineros. Por ejemplo, Jorge Glas era identificado como L1, o la agraciada Pamela Martínez como C3-PM. Más allá del evidente cáncer de corrupción que consume a varios países de la región, es importante comprender quién auspicia los gobiernos socio-comunistas en América Latina. Consumada la interferencia rusa, el caso de Ecuador sugiere que China patrocina la incesante corrupción que padece el país. Por consiguiente, es fácil inferir que esa misma China patrocina las mentiras y atrocidades que nos damnifican como sociedad. Repasando el informe Arroz Verde 502, quedan al descubierto compañías como: Sinohydro Corporation (China), China International Water & Electric Corporation (China), China Hezhouba Group (China), Harbin Electric International (China), China National Electric Engineering (China), y China Electronics Import & Export (China). Tanta “china” junta no es producto de una concomitancia sin escrúpulo ni recato, es un hecho.

Tomado de: MetroEcuador

El comunismo de Xi Jinping abunda en motivos para interferir en América Latina. Singularmente en economías inestables como Ecuador, Venezuela y Argentina. Ecuador cumple con las tres características idóneas para dicha intervención: un sistema dolarizado pero apático del estado “Yanqui”, una institucionalidad inestable y fácil de sobornar, y una economía cimentada en la producción de energía hidroeléctrica. Las tres facilitan sin mayor dubitación el empoderamiento socio-comunista en Ecuador, y otros países de la región. Para China un sistema dolarizado y apático del estatus quo, es un “caballito de batalla” en su guerra comercial con los Estados Unidos. Una institucionalidad fácil de sobornar es una puerta de acceso al control político en el continente. Una economía a base de energía hidroeléctrica es una fácil y rápida inversión que desenlaza en el control económico, y el empoderamiento de los recursos del estado. El veredicto, es que ese imperialismo comunista que hoy se aferra a aquellos estados, se define con estos tres principios, entre otros.

Tradicional de una sociedad machista, China ejerce control económico sobre Ecuador, como un marido trabajador lo ejerce sobre su esposa ama de casa; retrograda. Ecuador practica su soberanía, sin olvidar que Rafael Vicente Correa Delgado permitió la colonización política y económica China para propagar la influencia socio-comunista, y aposentarse en el poder por más de diez años; hoy, a través de Lenin Moreno. Si tan solo lográramos que aquellos peones del Correísmo entendiesen que quien vendió a la patria no es digno de una defensa de primera línea, conquistaríamos nuestra primera victoria de independencia económica y cero corrupciones. Ecuador, un diminuto pero importante país en la dinámica política del continente tiene en sus manos enviar a prisión a un verdadero farisaico. Un aliado del régimen Castro-Chavista que pretende fugarse de un destino sin rescate; la cárcel.

Tomado de: El Comercio

No me permito terminar esta columna de opinión sin mencionar a Fernando Villavicencio, quien desde su tribuna periodística desenmascaró las verdades que atañen a los regalados de Alianza País. “Spots publicitarios, y bordados de chompas” entre otras cosas que compraron con dicho dinero, vendiendo su moral, prestigio, e integridad política, pretendiendo preservar el poder en Ecuador. No conocen de honor estos forajidos. De a cinco mil en cinco mil, hicieron 11,6 millones de dólares en corrupción. Mención especial también para la fiscal para la fiscal Diana Salazar, quien espero sin temor, envíe a la cárcel a Rafael Correa, y acabe con la intervención económica y política en su país. No importa cuánto demore la justicia en llegar, somos más quienes procuramos el bien. En Ecuador, Colombia, Brasil, Perú, en América latina en general, triunfará el bien de los pueblos; un modelo socio-comunista que reposará tras las rejas, sin libertad.  

Uber: de todos y para todos

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

Faltan cuatro días para penetrar en una nueva década de este siglo veintiuno, y la SIC (Superintendencia de Industria y Comercio) sigue dando pasos de cangrejo. En un intento más por disolver las disputas entre la mafia taxista y las nuevas “tecnologías disruptivas”, Andrés Barreto (Superintendente) instruyó que “de manera inmediata cese la utilización de contenido y prestación del servicio de transporte individual de pasajeros” en la plataforma Uber. En términos ordinarios, dejó en la casa a los más de cien mil conductores que detentan en Uber un sustento para su hogar. Asimismo, dejó a los más de tres millones de usuarios que se transportan por este medio a merced de un servicio que carece de condición, los taxis amarillos. Respeto la trayectoria y admiro a quienes han hecho carrera como taxistas, es toda una profesión. Sin embargo, una cascada de demandas ante la SIC nunca lograrán reestablecer la calidad de su servicio, el abuso en las tarifas, ni la incomodidad de sus vehículos. Allende de la supuesta desventaja de competencia, este gremio debe entender que sus batallas contra Uber le pasan factura a su imagen de favorabilidad y no son bien recibidas por los ciudadanos.

Tomado de: Havana Times

Desde las más grandes metrópolis, y hasta en las urbes y villas mas remotas de los siete continentes, Uber ha revolucionado las rutinas de movilidad de millones de habitantes. Los sistemas, en su mayoría, se han acoplado a las nuevas metodologías de negocio y transporte de pasajeros. Colombia, indiferente y sinvergüenza, sigue siendo la excepción. Aunque, por “Colombia indiferente y sinvergüenza” aludo a los ministros, superintendentes, procuradores, jueces, y policías de transito, que diariamente hacen uso de estas plataformas, para posteriormente sancionarlas desde sus despachos. No me lo han contado, pues he incurrido en la ilegalidad de compartir Uber Pool con algunos de estos dignatarios, y uno que otro de sus herederos. No me cabe en el testuz la idea de volver a aquellas épocas de los taxímetros, las planillas de cobro, o la frase celebre: “¿para dónde va?”. En muchas casas, como en la mía, el adhesivo de Taxis Libres o Taxis Ya que dispensaba los siete dígitos para rogar por un amarillo, hoy es un atavío más del fresquero. Peor aun, remembro los anuncios en la radio: “Taxis Libres, Sí le responden”, y de un tiempo para acá nunca más volvieron a responder. Sin embargo, no es descortesía, es un hecho; no hay gremio de taxistas que pueda suplir la totalidad en la demanda de transporte de pasajeros. En consecuencia, Uber es la solución y no el problema.

Tomado de: Panam Post

Al sugerir que Uber es la solución, no solo hablo de quienes hacemos buen uso de esta tecnología. Es también la solución para los desempleados, los que precisan de un horario laboral flexible, los que se ayudan con ingresos extras, o a quienes algún superior fatigó laboralmente; la mayoría. Si Uber fuera un político en campaña, triunfaría sin dudas, con el famoso lema “de todos y para todos”. Es asombroso, y hasta gratificante; en Colombia Uber es un ejercicio de construcción social. Desde las clases más populares hasta las elites más pudientes, se encuentran conductores y usuarios de todos los estilos, procedencias, y menesteres. En esos mismos Uber Pools de los cuales me alborozo, también me he hallado conversando con vigilantes, empleadas domesticas, o ingenieros; mientras juntos recorremos las avenidas criollas en Renaults, Mazdas, y hasta Volvos. De todos recopilo opiniones y pensamientos, y aun ninguno(a) toma partido por los taxistas. Todos, sin excepción, entienden la importancia de estas nuevas tecnologías, y el impacto o retroceso que implicaría no tenerlas. Concluyo, que las majestades de la Superintendencia e instituciones del gobierno no son ajenos a esta revolución.  

A la problemática de la tecnología, se le suma la variable de las tarifas de transporte. El gremio de taxistas demanda que las tarifas de Uber son, con creces, bajas. Sin pretender títulos de economista, entiendo como básico principio de la libre competencia, que tanto vendedor como comprador ejerzan una actividad económica y la ejecuten al valor de su conveniencia. La economía se estimula gracias a que este principio obliga a las empresas a regenerar sus términos y condiciones, y así mantener su competitividad. De manera que, bajo este escenario, el gremio de taxistas en Colombia es víctima de su propia incompetencia. La cual, intentan resolver escudándose en la Superintendencia; en lugar de invertir en sus vehículos y en las nuevas tecnologías, para así ser competitivos en el mercado. En vez de acolitar la falta de visión del gremio, Andrés Barreto debería velar porque paren los abusos de quienes cobran tarifas exageradas por servicios mediocres.

Tomado de: A Simple Vista

De manera que, adentrándonos en la nueva década de estos año dos mil, seguiremos caminando como el cangrejo en temas de movilidad urbana, entre otros. Confiemos en que la siguiente decisión de la Superintendencia, o algún estrado judicial, no nos cercene las tenazas también. Imploremos para que los beneficiados de estas decisiones dejen de ser los gremios mafiosos, y sean mas provechosas para quienes apoyamos y utilizamos estas plataformas; la mayoría. Soñemos, con que algún día Uber no solo empleará a conductores de todos los estratos, sino que abrirá un centro de investigación y tecnología en Colombia, empleando así mismo a las mentes más brillantes del país. Merecemos los frutos de las tecnologías del primer mundo; no permitamos que la mafia ni las instituciones nos amputen los derechos. Bienvenidos a la nueva década de este siglo.

Panamá – 30 años sin tirano

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

Galanteando a mis lectores panameños, hoy traigo un testimonio sin igual de libertad. Soy partidario de que la invasión del 20 de diciembre de 1989 se escriba de nuevo en los libros de historia de Venezuela, Nicaragua, Republica Dominicana, entre otros pobres oprimidos. No me sería objetivo afirmar que en ese entonces se liberó a Panamá del todo, es innegable que los tentáculos de las drogas y el lavado de dinero siguen latentes en el corazón de Centroamérica. Sin embargo, ahíto de la opresión, el Panamá de entonces evitó caer en las temibles y oscuras voluntades del comunismo. Al termino de la Guerra Fría, la invasión de Estados Unidos a Panamá y la captura del narcotraficante Manuel Noriega, ya suponían una infausta derrota para forajidos cómo los Castro (Cuba) y los Ortega (Nicaragua). A lo lejos percibo ya los insultos de quienes suponen que soy imperialista, con un intelecto anárquico que no me permite entender la soberanía, o que predico aulas de colonizador. Con ninguna de las anteriores concuerdo, pero si pretendo exhibir la fuerza militar del estatus quo como medio superior e infalible para acabar con la opresión comunista en los pueblos de América Latina. Hoy se cumplen 30 años de esta victoria en Panamá, y qué mejor que recordarla para redituar aires de sosiego a quienes aun no consiguen la libertad de su patria.

Tomada de: The New York Times

Noriega, mano derecha de Omar Torrijos, se instauró como presidente de Panamá después de que su antecesor y maestro muriera en un accidente aéreo. Según documentos que se conocerían años más tarde, el fallecimiento de Torrijos abría sido provocado por la Agencia Central de Inteligencia de los Estados Unidos (CIA). Algunos argumentan que los norteamericanos procuraban diluir cualquier acercamiento de los japoneses para apropiarse del canal. No obstante, haciendo un análisis de hecho, me adhiero a la hipótesis de que Manuel Noriega asesinó a su maestro y utilizó su trayectoria en la CIA para “lavarse las manos”. Ambos, de carrera militar, habrían sido entrenados por el gobierno norteamericano, y con recurrencia compartían información sobre el trafico de armas y de drogas perpetrado por el establecimiento comunista. Estados Unidos omitía sus nexos con el narcotráfico para así utilizarlos como carnada, teniendo pleno conocimiento de cómo sería su colofón. No se equivocaron, pues Torrijos y Noriega terminaron como todos los políticos narcotraficantes, despojados de sus opulencias y desamparados ante los pedidos de clemencia. Ante los ostentosos ofrecimientos del régimen cubano, lo más factible para Noriega fue dar de baja a Torrijos y asumir sus responsabilidades; principalmente auxiliando el trafico de drogas procedente de Cuba y Nicaragua, del cual era socio y beneficiario. No hay ladrón que no robe a ladrón por un par de balboas; los cuatreros no conocen de honor.

Tomada de: European Press Photo Agency

En las elecciones de mayo de 1989 ya se evidenciaban los efectos de el que era, a mi juicio, un régimen comunista disfrazado de Yanqui. Las protestas sociales acrecentaban, y no eran muy diferentes a las que recientemente presenciamos en Bolivia o Venezuela. Manuel Antonio Noriega dispuso de todo su conocimiento adquirido en la CIA para oprimir a sus contrincantes políticos y así asegurar las transacciones de dinero provenientes de Cuba y Nicaragua. Después de que Herbert Bush pidiera su renuncia, y necesitado de populismo, Noriega se pronunció: “Le digo a los norteamericanos, a Elliot Abrams, que no me siga amenazando porque no le tengo miedo a la muerte”. Cuatro días mas tarde incoaría el fin de un narco-terrorista más. Manuel, quien no le temía al óbito, se resguardaba de este en la nunciatura apostólica ante la oportuna invasión de los norteamericanos. Me es preciso hacer un alto en el camino, y como católico apostólico romano, repudiar que premisas y ministros de la Santa Sede consintieran el menester de un facineroso.

Tomada de: NPR – Associated Press

Los acontecimientos de la Panamá libre, prospera y democrática son dignos de recordar en un día como hoy. Pese a que la economía de la mayoría del continente goza de los privilegios y libertades otorgadas a la nación por los héroes, quienes salvaron a la patria de caer en las temibles y oscuras voluntades del comunismo; no podemos preterir las grietas rojas de atosigamiento y las goteras bolcheviques que aun esperan ser recompuestas en Cuba, Venezuela, Nicaragua, y próximamente en Argentina, Republica Dominicana, y México. Si Nicolás Maduro, los Kirchner o Danilo Medina no repasaron los capítulos de Manuel Noriega (1989) o Evo Morales (2019), debemos ser nosotros quienes caigamos en la tentación de apoyar la fuerza militar del estatus quo como medio superior e infalible, para acabar con la opresión comunista en los pueblos de América Latina. Esto no significa avasallarse ante los Yanquis, mas sí entender que el mundo multipolar en el que habitamos en el siglo presente, es permisivo de utilizar la fuerza en nombre del bien para combatir la penumbra de un tirano. Demando que la lección aprendida de Panamá 30 años más tarde y sus frutos, sean la pauta de libertad social y económica de las naciones del continente. Eternamente conmemorada, “Operación Causa Justa”, Panamá diciembre de 1989.    

Ahíto y renacido de la ablepsia

Autor: Sebastián Narváez

*Las opiniones presentadas en esta columna son exclusivamente del autor

Foto de: Fernando Vergara

Durante el gobierno de un cándido, Juan Manuel Santos Calderón, di un espaldarazo rotundo al proceso de paz que se llevaba acabo en Colombia. Y digo cándido porque no tengo argumentos idóneos para tildarlo de felón, ni a él ni a personas como Humberto de La Calle, Luis Carlos Villegas, Sergio Jaramillo, Rafael Pardo, Frank Pearl entre otras majestades. Así que escojo siempre partir del hecho que ellos, al igual que el jefe de estado de turno y los colombianos de bien, fuimos embaucados por las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC).

Foto de: Felipe Caicedo

En aquellos tiempos decidí alejarme de las corrientes conservadoras y aspirar a creer que esta vez no nos meterían “gato por liebre” a los colombianos. El día de la votación del plebiscito voté por el SI, y en meses anteriores ya me había enemistado con mis padres, amigos, y hasta mis vecinos; aunque, había resuelto toda discrepancia con mis antiguos contradictores, todo por un SÍ a la paz. Sin embargo, ese mismo día en el que el gobierno de turno no reconoció la irrebatible victoria democrática de quienes votaron por el NO, renací de la ablepsia que me había agobiado durante los años anteriores de mi vida. Recordé con gran nostalgia por qué siempre había apoyado las corrientes más conservadoras, y ahora solo navegaba en la triste compunción de quien ha traicionado a su patria.

Hasta el pasado 22 de noviembre de 2019, día en que estalló un camión bomba en Santander de Quilichao, Cauca, los buenos seguíamos poniendo a los caídos de un conflicto que nunca terminó. Se aprovecharon del paro nacional y la movilización de miembros del ejército a Cali para confirmar lo que sabemos, no hay paz. Y solo pensar que el exministro Guillermo Botero (Ministro de Defensa) salió de su cargo después de la indignación por bombardeos a campamentos con niños, pero que esa misma Colombia indignada no gritó ni repudió la muerte de tres miembros de las fuerzas armadas a manos de los macabros. Mi intelecto, aún tan precoz, no logra entender como millones en Colombia siguen dando crédito a la dichosa paz; o como la credibilidad de esta y de un proceso con en ELN (Ejercito de Liberación Nacional) son todavía una opción. No estoy dispuesto a reprobar en materias de paz, entendí que el único comodín de cara al futuro es utilizar la fuerza del estado con contundencia y en nombre del bien. No son las armas, es la institucionalidad de estas la que necesitamos para lograr la dichosa paz estable y duradera, no a medias. Una institucionalidad que solo garantiza el estado, y no partidos políticos con ejércitos asimétricos.

Consulado de Colombia en Newark, NJ

Hoy, completamente recuperado de mi propia argucia, anhelo no haber sido tan papanatas. Este proceso de paz es un proyecto insostenible, absurdo, careciente de institucionalidad. En años recientes REFICAR, Odebrecht, Samuel Moreno o las negligencias de Electricaribe han sido motivo de polémica y cólera para muchos. Todos desfalcos aberrantes, pero ninguno comparable con este. Con rigurosa objetividad, me atrevo a afirmar que el proceso de paz en Colombia es y será el fraude más grande que se le haya hecho a cualquier estado; y quedándome corto en mi apreciación, a cualquier continente; América Latina. Desabastecido de fuerza y argumentos para continuar apoyando la guerra en Colombia a través de la supuesta “Paz”, y en honra a el milagro que me ha curado de esta ablepsia política, exigiré por el resto de mi vida que estos forajidos, en el mejor de los escenarios, sean dados de baja por la patria misma y así redimir mi peor pecado, haber votado SÍ.